quarta-feira, 10 de maio de 2017

Consumado

Por isso, diz: Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens. 
Ef 4:8

Aleluia!
Tempo de Graça
Deus no homem
Morada de Deus

Aleluia!
Tempo sem véu
Sem aguilhão
Emanuel

Aleluia!
Tempo de dons
De homens dons
De renovo bom.

De Nazaré

Perguntou-lhe Natanael: De Nazaré pode sair alguma coisa boa? Respondeu-lhe Filipe: Vem e Vê. 
Jo 1:46

O Nazareno não era nazireu.
Também não era saduceu.
Tão pouco teve parte com farizeus.
O vinho dos essênios não bebeu.

Andava pelas ruas e praças,
Misturado ao povo e cheio de Graça.
Deixou-se tocar pela grande massa,
Condenada a viver vida escassa.

Era Jesus o caminhante.
O filho do homem confiante
No Pai das luzes transbordantes
A iluminar o mundo arquejante.

Era Jesus tido como herege de Nazaré,
Que teve pela prostituta lavado os pés.
Era Jesus tido como herege de Nazaré,
Que não desistiu do homem sem fé.

Então, Jesus lhes respondeu: Ide e anunciai a João o que vistes e ouvistes: os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres, anuncia-se-lhes o evangelho. Lc 7:22


Aos cegos, a visão.
Aos coxos, o prumo.
Aos leprosos, a pele-pêssego.
Aos surdos, o ouvir.
Aos mortos, o renascer.

Aos pobres, o chamado.
Aos sem-nada, a estrela da manhã.
Aos à margem, um novo tempo.
Aos explorados, a justiça.
Aos andarilhos, uma nova terra.

De onde vem essa boa-nova?

Não vem dos palácios,
Não vem do poder humano,
Não vem do império econômico,
Não vem das corporações,
Não vem de nenhum Estado-nação.

Vem do Carpinteiro de Nazaré.