sábado, 18 de janeiro de 2014

Ídolo de si mesmo



Também está cheia a sua terra de ídolos; adoram a obra das suas mãos, aquilo que os seus dedos fizeram. 
Is. 2:8

O mundo é um desvio que Deus não quis.
É um andar errante que tem como guia
                A cegueira do homem.

É terra estranha de solo movediço
Onde tudo parece sem raiz, sem alma,
                Incorpóreo.

Homens, coisas, desejos, protestos, guerras.
Tudo adoece na loucura humana,
                Do homem sem Deus.

As praças públicas estão cheias de homens coisificados
Pelas suas crenças, pelos seus delírios que alimentam o nada.
                O tempo presente é matéria do caos.

Nas escolas e universidades é apregoado o último gemido da Terra.
"A água está no fim; os rios e mares, podres; o ar, insuportável."
                Homem, algoz de si mesmo.

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