sábado, 18 de janeiro de 2014

Profetas sem profecias



Vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade. 
Ec. 1:2

Muitos profetas das academias de um mundo senil
Apregoam teorias verborrágicas como encantadores
                    De serpente.

São eles os mentores deste século enclausurado
Em receituários com incrustações de vaidades feitas
                    De arsênio.

Em desespero, há quem pergunte aos tais profetas:
O que será do homem? Qual a saída?
                    A morte, concluem.

É a velha resposta para os desesperados:
"Bebam, comam e morram." Isso é tudo.
                    Noite do nada.

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